Na feira a Netter praticou preços diferenciados, os quais ainda consigo negociar com empresas que tenham interesse em reduzir seu custo com mão de obra, reduzir consumo de águar, exterminar as quebras de louças, reduzir o consumo de produtos quimicos, e aumentar seus lucros. Contato 47 88168499 ou valter.jr@sentax.com.br
Blog para divulgar a nossos clientes na região de Blumenau Santa Catarina, os produtos, atividades, promoções e sugestões do grupo sentax e seus parceiros Kimberly Clark, Ecolab, Netter e Dixie, na venda de Papel toalha, Papel Higienico, sabonetes, produtos quimicos e lavadoras de louças industrial, através de seu consultor de higiene e Limpeza Valter João. Contato 47 88168499 - valter.jr@sentax.com.br
sábado, 18 de junho de 2011
Fispal 2011 Netter Máquinas de Lavar Louça Industrial
Após 5 dias na capital paulista para participar da Fispal 2011, retornamos a Santa Catarina com muitas novidades, a principal as novas tecnologias em lavadouras de louças industriais Netter. Na feira onde a lavadoura fez muito sucesso principalmente pela qualidade, pontência, e estrutura, entre as concorrente que participaram da feira poucas se mostram tão eficientes. As concorrentes da Netter em geral são importadas, além de na maioria das vezes serem inferiores ainda trazem em seu interior o problema de manutenção e fornecimento de peças para consertos.
Na feira a Netter praticou preços diferenciados, os quais ainda consigo negociar com empresas que tenham interesse em reduzir seu custo com mão de obra, reduzir consumo de águar, exterminar as quebras de louças, reduzir o consumo de produtos quimicos, e aumentar seus lucros. Contato 47 88168499 ou valter.jr@sentax.com.br

Na feira a Netter praticou preços diferenciados, os quais ainda consigo negociar com empresas que tenham interesse em reduzir seu custo com mão de obra, reduzir consumo de águar, exterminar as quebras de louças, reduzir o consumo de produtos quimicos, e aumentar seus lucros. Contato 47 88168499 ou valter.jr@sentax.com.br
sábado, 16 de abril de 2011
Enxaguante Bucal Com Clorexidina
O grupo sentax está comercializando junto aos consultorio odontológicos, o enxaguante da Mach Floss, um dos poucos no mercado que é a base de clorexidina, um dos principios mais eficientes no combate a placas e outras doenças bucais. Interesse em conhecer o produto entrar em contato pelo e-mail valter.jr@sentax.com.br ou 47 88168499.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
O uso da Clorexidina na prática odontológica
Uso e AdministraçãoO Digluconato de Clorexidina é uma guanida com efeito anti-placa maior que outros agentes antimicrobianos, devido à sua acentuada capacidade de absorção aos dentes e às superfícies mucosas, com posterior liberação na cavidade oral em níveis terapêuticos, sendo liberada no período de 24 h.
Quando usada em altas concentrações, possui efeitos bactericidas e, em baixas concentrações, exerce efeito bacteriostático presente na placa.
Pesquisas demonstram que o bochecho durante 1 minuto, 2 vezes ao dia, com 10 ml da solução a 0,2% de clorexidina, previne completamente o desenvolvimento da gengivite. Os bochechos devem durar de 30 a 45 segundos, para assegurar uma boa absorção, e não é recomendado o seu uso imediato antes ou após a escovação com dentifrícios não convencionais.
Preferencialmente, os bochechos devem ser feitos após a última refeição do dia.
A clorexidina sob a forma de gel 0,5% tem sido usada também no tratamento de estomatites e candidíase oral, aplicada por um período de 5 minutos, 1 ou 2 vezes ao dia. é uma boa alternativa para a manutenção da higiene oral em crianças com deficiência física ou mental, cujo controle mecânico da placa é impossível de ser atingido. O spray também é uma opção neses casos, sendo que os métodos normais de higiene oral podem ser difíceis e demorados, por ser de fácil aplicabilidade e tão efetivo quanto a solução aquosa no controle da placa e da gengivite.
Indicações Clínicas
1. Durante a fase de cicatrização, pós intervenções cirúrgicas orais;
2. /antes do procedimento cirúrgico-oral, ou periodontal, para prevenir bacteriemia pós-cirúrgica;
3. Durante a terapia de ulcerações aftosas;
4. Durante o tratamento de estomatites protéticas;
5. Pacientes com deficiência física ou mental;
6. implantes dentais;
7. Pacientes que apresentam alta atividade de cárie;
8. Portadores de aparelho ortodôntico;
9. No momento da moldagem;
10. Junto com a pasta profilática;
11. Na instrumentação de canal;
12. Associado ao cimento cirúrgico.
Efeitos Colaterais
A Clorexidina pode penetrar na mucosa oral, mas a quantidade é provavelmente muito pequena. todavia, alguns efeitos colaterais pouco sérios têm sido relatados como descolorações nos dentes, em restaurações, no dorso da língua, descamação e sensibilidade oral. O gosto amargo da solução e a interferência na sensação gustativa por algumas horas após o bochecho têm sido relatados,
A descamação e a sensibilidade da mucosa oral, que parecem ocorrer em poucos pacientes, podem ser facilmente evitadas através da redução de concentração da solução aplicada. Portanto, a Clorexidina, como qualquer outro agente antimicrobiano potente, deve ser administrada somente sob supervisão profissional, e os diferentes métodos de aplicação devem ser adaptados às necessidades individuais do paciente.
Apresentação
- Digluconato de Clorexidina em solução a 0,12%;
- Digluconato de Clorexidina em spray a 0,2%;
- Digluconato de Clorexidina em gel a 0,5%
- Digluconato de Clorexidina em sabonete líquido a 2,0%, 4,0%
- Digluconato de Clorexidina em solução aquosa a 2,0%;
- Digluconato de Clorexidina em solução alcóolica a 0,5%.
Observações
Estudos realizados nos Estados Unidos evidenciaram que não ocorrem efeitos colaterais em pacientes imunodeprimíveis (renais crônicos, portadores de HIV, etc.), sendo aconselhável associar a Clorexidina com a dietaterapia, pois, desta foram, ocorrerá a redução da microbiota oral e, ao mesmo tempo, será mantida.
Profa. Jacqueline Vasconcelos
Uso e AdministraçãoO Digluconato de Clorexidina é uma guanida com efeito anti-placa maior que outros agentes antimicrobianos, devido à sua acentuada capacidade de absorção aos dentes e às superfícies mucosas, com posterior liberação na cavidade oral em níveis terapêuticos, sendo liberada no período de 24 h.
Quando usada em altas concentrações, possui efeitos bactericidas e, em baixas concentrações, exerce efeito bacteriostático presente na placa.
Pesquisas demonstram que o bochecho durante 1 minuto, 2 vezes ao dia, com 10 ml da solução a 0,2% de clorexidina, previne completamente o desenvolvimento da gengivite. Os bochechos devem durar de 30 a 45 segundos, para assegurar uma boa absorção, e não é recomendado o seu uso imediato antes ou após a escovação com dentifrícios não convencionais.
Preferencialmente, os bochechos devem ser feitos após a última refeição do dia.
A clorexidina sob a forma de gel 0,5% tem sido usada também no tratamento de estomatites e candidíase oral, aplicada por um período de 5 minutos, 1 ou 2 vezes ao dia. é uma boa alternativa para a manutenção da higiene oral em crianças com deficiência física ou mental, cujo controle mecânico da placa é impossível de ser atingido. O spray também é uma opção neses casos, sendo que os métodos normais de higiene oral podem ser difíceis e demorados, por ser de fácil aplicabilidade e tão efetivo quanto a solução aquosa no controle da placa e da gengivite.
Indicações Clínicas
1. Durante a fase de cicatrização, pós intervenções cirúrgicas orais;
2. /antes do procedimento cirúrgico-oral, ou periodontal, para prevenir bacteriemia pós-cirúrgica;
3. Durante a terapia de ulcerações aftosas;
4. Durante o tratamento de estomatites protéticas;
5. Pacientes com deficiência física ou mental;
6. implantes dentais;
7. Pacientes que apresentam alta atividade de cárie;
8. Portadores de aparelho ortodôntico;
9. No momento da moldagem;
10. Junto com a pasta profilática;
11. Na instrumentação de canal;
12. Associado ao cimento cirúrgico.
Efeitos Colaterais
A Clorexidina pode penetrar na mucosa oral, mas a quantidade é provavelmente muito pequena. todavia, alguns efeitos colaterais pouco sérios têm sido relatados como descolorações nos dentes, em restaurações, no dorso da língua, descamação e sensibilidade oral. O gosto amargo da solução e a interferência na sensação gustativa por algumas horas após o bochecho têm sido relatados,
A descamação e a sensibilidade da mucosa oral, que parecem ocorrer em poucos pacientes, podem ser facilmente evitadas através da redução de concentração da solução aplicada. Portanto, a Clorexidina, como qualquer outro agente antimicrobiano potente, deve ser administrada somente sob supervisão profissional, e os diferentes métodos de aplicação devem ser adaptados às necessidades individuais do paciente.
Apresentação
- Digluconato de Clorexidina em solução a 0,12%;
- Digluconato de Clorexidina em spray a 0,2%;
- Digluconato de Clorexidina em gel a 0,5%
- Digluconato de Clorexidina em sabonete líquido a 2,0%, 4,0%
- Digluconato de Clorexidina em solução aquosa a 2,0%;
- Digluconato de Clorexidina em solução alcóolica a 0,5%.
Observações
Estudos realizados nos Estados Unidos evidenciaram que não ocorrem efeitos colaterais em pacientes imunodeprimíveis (renais crônicos, portadores de HIV, etc.), sendo aconselhável associar a Clorexidina com a dietaterapia, pois, desta foram, ocorrerá a redução da microbiota oral e, ao mesmo tempo, será mantida.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Tatuadores os Cuidados a ser Tomados
Até bem pouco tempo, o assunto tatuagem era ignorado pela medicina. Hoje já existe uma série de regras que visam deixar o procedimento mais seguro e evitar problemas graves como alergias, intoxicações e até queimaduras. A norma mais recente ficou em discussão por mais de três anos e só em fevereiro saiu do papel.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que todas as tintas usadas pelos estúdios precisam ter registro sanitário, assim como o restante dos materiais, como agulhas e jatos. Até então, não havia nenhuma regulamentação quanto às tintas. Por conta disso, pigmentos usados para pintar carros, tinta de caneta e até substâncias tóxicas e excessos de metais podiam frequentar os salões dos tatuadores.
“Eu acho ótimo que essa regulamentação tenha saído. As pessoas agora podem procurar profissionais de qualidade, que usam materiais certificados e coibir muita coisa errada que tem por aí, como o uso de tintas automotivas, por exemplo”, afirmou Sérgio Maciel, o Led’s, um dos tatuadores mais conhecido de São Paulo. “Tatuagem é arte, mas também é saúde. Não dá para estas duas áreas andarem separadas.”
A nova regulamentação da Anvisa sobre o registro das tintas entrou em vigor há quase quatro meses e, até agora, apenas uma empresa conseguiu o aval sanitário, informou a agência. Uma outra está em fase de análise e todos os aspectos técnicos são analisados.
Para o diretor do Sindicato dos Tatuadores, Rodrigo Pires Cardozo (do Rodrigo Tatoo Clinic, em Mogi das Cruzes, São Paulo), as regras sanitárias só seriam válidas se viessem acompanhadas da regulamentação da profissão. “É válido a Anvisa se preocupar com a qualidade dos materiais utilizados, mas é ainda mais urgente a profissão sair da informalidade”, acredita Cardozo. “Nós que trabalhamos certinho sofremos com a concorrência desleal de pessoas que saem por aí tatuando sem a menor preocupação com higiene e colocam em risco a população”, disse, acrescentando que, com a profissão regulamentada, os interessados em fazer tatuagens precisariam passar por cursos de capacitação de biossegurança, entre outros. Um projeto de lei está em andamento para regularizar a profissão.
Preços mais baratos
O primeiro indício da tatuagem perigosa é o preço muito barato. Por isso são os próprios tatuadores que orientam uma pesquisa de mercado antes de cair em alguma armadilha. O valor do trabalho também pode ser influenciado pela utilização de tintas de procedência não garantida, então vale questionar este aspecto antes de escolher o desenho.
Além do certificado das tintas, o Departamento de Direito de Defesa do Consumidor, ligado ao Ministério da Justiça, orienta que é preciso verificar se o espaço é liberado pela vigilância municipal pra funcionar, observar a higiene do tatuador e o uso de máscaras e luvas. Além disso, vale fazer um check-up da própria saúde antes de recorrer às tatoos.
As dicas da Anvisa e do Ministério da Justiça para a tatuagem
Antes de fazer a tatuagem verifique
- Se o local está limpo e organizado
- Se há aviso por escrito quanto aos riscos causados pelo material e/ou substâncias
- Se o profissional lava as mãos com água e sabão, seguido de aplicação de álcool a 70%
- Se é realizada a limpeza da pele do cliente com água potável e sabão líquido, seguida de aplicação de antisséptico (álcool a 70%, PVPI), entre outros
- Se o profissional utiliza luvas descartáveis e máscara no momento da realização do serviço
- Se há aviso por escrito quanto aos riscos causados pelo material e/ou substâncias
- Se o profissional lava as mãos com água e sabão, seguido de aplicação de álcool a 70%
- Se é realizada a limpeza da pele do cliente com água potável e sabão líquido, seguida de aplicação de antisséptico (álcool a 70%, PVPI), entre outros
- Se o profissional utiliza luvas descartáveis e máscara no momento da realização do serviço
Lembrete: Tatuagem e colocação de piercing somente poderão ser feitos em menores de idade com autorização dos pais
Observações quanto aos materiais:
- As agulhas para colocação do piercing ou aplicação da tinta de tatuagem, lâminas ou aparelhos para raspagem de pêlos devem ser descartáveis
- Outros materiais que não são descartáveis deverão estar limpos e desinfetados com álcool 70%
- A tinta utilizada na tatuagem não pode ser tóxica e deve ser registrada na Anvisa
- Os materiais utilizados devem estar guardados em local limpo, organizado, fechado e sem umidade
- Outros materiais que não são descartáveis deverão estar limpos e desinfetados com álcool 70%
- A tinta utilizada na tatuagem não pode ser tóxica e deve ser registrada na Anvisa
- Os materiais utilizados devem estar guardados em local limpo, organizado, fechado e sem umidade
Antes de fazer a tatuagem peça ao seu médico testes de:
- Aids
- Hepatites B e C
- Tétano
- Sífilis
- Hepatites B e C
- Tétano
- Sífilis
Não devem fazer tatuagens pessoas que têm:
- Sangramentos intensos (hemorragias)
- Infecções graves
- Comprometimento das vias aéreas superiores (dificultando a respiração e a fala)
- Fratura dental com traumas na mucosa, gengiva e céu da boca
- Inflamações crônicas e quelóides
- Infecções graves
- Comprometimento das vias aéreas superiores (dificultando a respiração e a fala)
- Fratura dental com traumas na mucosa, gengiva e céu da boca
- Inflamações crônicas e quelóides
domingo, 20 de março de 2011
Tatuadores Segurança É Sempre Melhor
Riscos de saúde
Como em qualquer “operação” que exige a utilização de equipamentos estéreis, agulhas e o contacto próximo com o corpo humano, existem sempre riscos de saúde, principalmente se não forem seguidas as normas de higiene e segurança adequadas.
- Infecção: uma vez que o equipamento utilizado para efectuar as tatuagens recorre a agulhas e tintas, que juntas penetram a pele, existem elevadas probabilidades de essas entrarem em contacto com o sangue ou outros fluidos corporais o que, por sua vez, significa o risco de infecção se não forem esterilizados ou se forem utilizados em mais do que uma pessoa. As infecções mais comuns são o herpes, tétano e infecções fungais, aos quais se juntam alguns tipos de hepatite e tuberculose e, em casos mais extremos e raros, o VIH.
- Reacções alérgicas: embora pouco comum, o corpo pode ter uma reacção alérgica a uma tatuagem, mais precisamente às tintas utilizadas, algumas das quais contêm vestígios metais (sendo as vermelhas e as verdes as mais “perigosas”). Estas reacções alérgicas podem manifestar-se das seguintes formas: inchaço, comichão e libertação de um líquido transparente (sérum). Existe ainda uma probabilidade mínima de anafilaxia – uma reacção alérgica rápida e grave que se manifesta através da diminuição da pressão arterial, taquicardia e perturbações na circulação sanguínea. O choque anafiláctico é a forma mais grave da anafilaxia e, se não for tratado atempadamente, pode terminar em morte.
- Cicatrizes: se o tatuador trabalhar a pele de forma demasiada severa ou muito profundamente, o resultado pode ser a formação de cicatrizes que podem apresentar-se salientes e irregulares, provocando uma comichão contínua.
Tatuar com segurança
Para não correr quaisquer dos riscos acima descritos, existem algumas coisas que pode e deve fazer antes de ser tatuado, sendo o mais importante a obtenção de boas referências relativamente ao local onde irá fazer a tatuagem. Logo que esteja no estúdio e nas mãos do tatuador, existem ainda vários outros pormenores aos quais deve estar atento.
- O estúdio de tatuagem deve estar imaculadamente limpo, exibindo um ambiente estéril e higiénico. Deve conter recipientes próprios para acolher utensílios, agulhas e luvas susceptíveis de risco biológico (uma vez que entraram em contacto com sangue ou outros fluidos corporais). O espaço deve ainda dispor de um local apropriado para desinfecção, com água fria e quente.
- Informe-se sobre os métodos de limpeza e de esterilização que utilizam nos seus equipamentos. Dispõem de uma autoclave (aparelho próprio que esteriliza equipamento através de calor húmido sob pressão) ou recorrem à desinfecção manual com substâncias próprias? Todo e qualquer equipamento que não possa ser submetido à autoclave, deve ser desinfectado com detergentes próprios para o efeito.
- O tatuador deve lavar as suas mãos e a área a tatuar antes de começar. Deve ainda utilizar luvas durante todo o procedimento, limpando frequentemente a zona do corpo onde trabalha, até terminar. Também as luvas devem ser novas e descartáveis.
- Certifique-se que o tatuador abra as embalagens das agulhas à sua frente. Estas devem estar embaladas individualmente e utilizadas apenas uma vez.
- Certifique-se que o tatuador utilize embalagens frescas de tinta, abrindo-as à sua frente.
- Se o tatuador sair da sua beira durante o processo de tatuagem (seja para atender o telefone ou outro cliente, por exemplo), quando voltar peça-lhe para calçar um par de luvas fresco.
- As áreas de trabalho às quais o tatuador terá acesso durante o processo de tatuagem devem estar cobertas com plástico transparente, para evitar o risco de contaminação cruzada, uma vez que as suas luvas já estiveram em contacto com vários objectos e, sobretudo, com a sua pele.
- Se tem a pele sensível e/ou receio de uma possível reacção alérgica, converse com o seu tatuador. Em muitos estúdios é possível efectuar um teste prévio da tinta para assegurar que não existirá qualquer reacção dermatológica ou alérgica uma fez feita a tatuagem.
- Se for alérgica a látex, informe o tatuador, pedindo-lhe para não utilizar esse material (nomeadamente, as luvas) durante o processo de tatuagem.
- Se não toma a vacina do tétano há mais de dez anos, faça-o antes de ser tatuado.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Importante Restaurantes
É fundamental para um restaurante proporcionar aos clientes o bem estar durante susas refeições. Antes mesmo do cliente entrar em seu restaurante sua opção de escolha está associada às ferramentas de marketing que seu estabelecimento utiliza para atrair o cliente. Seja uma bela placa de publicidade, seja com promoções especiais ou divulgação por toda região. Mas é possível realizar marketing para seu cliente mesmo ele já estando dentro do seu restaurante. Como? Um bom atendimento, refeições servidas em tempo hábil com boa apresentação e temperatudo, música agradável, limpeza do ambiente e várias outras características como essas encatam o cliente e provavelmente ele passará está experiência adiante.
Muitos clientes já devem ter se perguntado como é a cozinha do restaurante que ele costuma frequentar. Por mais reservada que a cozinha posso estar em um restaurante ela deve estar preparada para a visita de um cliente, afinal, ele tem o direito de conhecer o local onde são produzidos os pratos que lhe proporcionam tanto prazer. E porque não encantar o cliente com uma cozinha aberta ao público mostrando toda sua equipe produzindo fervorosamente?
Foi pensando nisso que muitos restaurantes resolveram se antecipar aos desejos dos clientes e expor sua cozinha para eles. É um desafio muito grande para os restaurantes mostrarem para seus clientes todo o processo de produção, mas a ousadia pode lhe custar caro se o seu estabelecimento não estiver preparado para isto. Portanto seguem dicas valiosas para você não errar nesta escolha:
- Não basta colocar uma linda vitrine na sua cozinha para que os clientes observem o trabalho. Mantenha o vidro impecavelmente limpo e principalmente sem manchas de gordura.
- Todas as cozinhas tem lixeiras para armazenar o lixo, a sua não será diferente, mas evite que as lixeiras estejam visíveis para o cliente.
- Limpeza é essencial. Realize limpezas periódicas durante a operação. O piso, fogão e bancadas devem ser sempre limpos após cada atividade.
- Panelas devem estar sempre limpas, sem acúmulo de resíduos de gordura deixando os cantos e suporte escuros.
- Sua equipe deve estar preparada para o público. Uniformes limpos e cuiados pessoais como barba, unhas, touca no cabelo são obrigação independente de sua cozinha ser aberta ou fechada.
- Posicione a vitrine próximo à bancada de finalização dos pratos. Assim os clientes verão a arte final sendo realizada.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Academias Local de saúde ou proliferação de doenças?
Após coleta de 27 amostras em colchonetes, selins de bicicletas e outros equipamentos, o estudo coordenado pelos pesquisadores João Carlos Tórtora e Adriana Pereira detectou a existência de indicadores de contaminação em 44,4% das análises. Fungos, vírus e bactérias — como coliformes fecais — foram encontrados em grandes concentrações em alguns equipamentos. “Chegamos a diagnosticar mais de 1.600 micro-organismos por cm² em alguns selins”, revela João Carlos, lembrando que a concentração de 100 bactérias ou fungos por cm² já é considerada carga microbiana excessivamente alta.
O ambiente normalmente fechado das academias e o suor proveniente da atividade física colaboram para a proliferação dos micro-organismos. “O ideal é que cada um tenha um colchonete, uma capa de selim e ainda tome banho antes e depois das atividades. Os equipamentos também precisam ser limpos com hipoclorito de sódio (água sanitária) ou álcool a cada utilização”, frisa o estudioso.
Conjuntivite, infecções intestinais, faringite, micoses e piodermites (furúnculos) são algumas das infecções que podem ser contraídas pelo contato. Nas academias da cidade, não é raro encontrar quem já tenha passado pela experiência desagradável. “Sempre fui adepta de esportes. Antes de me formar professora de Educação Física, passei por vários lugares e, em muitos, a limpeza não era a ideal. Cheguei a contrair micose nas costas e na barriga após aulas de abdominais sobre colchonetes”, revela uma das sócias da Academia Flex Gym, na Tijuca, Débora Ribas, 28.
Atualmente, uma das principais preocupações de Débora é justamente a limpeza de sua academia. Ela e a sócia, Ana Maria Dalbello, compram produtos especiais, utilizados em limpeza hospitalar, para a higiene do local. “Gastamos R$ 300 por cada galão de 5 litros. O produto não tem cheiro e é feito à base de hipoclorito de sódio”, conta.
A limpeza da Academia Delfim, também na Tijuca, foi um dos fatores que levaram o empresário Paulo Peixoto, 49, a escolher o local para fazer suas atividades físicas. “Malho há mais de 20 anos, passei por oito academias. Já vi muita falta de higiene. E sempre tive a preocupação de limpar os equipamentos antes de utilizá-los”, explica.
Segundo João Carlos Tórtora, a vida útil dos panos utilizados na descontaminação dos aparelhos e colchonetes é de aproximadamente seis horas. “O ideal é que as academias oferecessem papéis-toalha descartáveis com álcool. Como isso não ocorre, a troca dos panos deveria ser feita duas vezes por dia ou a cada três utilizações”, afirma.
Falta de regulamentação específica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que determine limites toleráveis de contaminação ainda é o principal desafio a ser superado. Segundo a Anvisa, a orientação é para que as academias tenham instalados borrifadores com álcool perto dos aparelhos. “Fazemos apenas fiscalizações e investigações sobre as condições de higiene”, informou, em nota, a assessoria de imprensa da Anvisa.
A pesquisa da Universidade Gama Filho não foi autorizada em diversas academias da cidade sob a alegação de que elevada contaminação poderia ser encontrada, dada a impossibilidade de manter equipamentos e aparelhos limpos na existência de um grande fluxo de usuários.
Homens resistem ao hábito da limpeza
A limpeza dos aparelhos e colchonetes antes e depois da utilização ainda é vista com certo preconceito por muitos homens que frequentam academias. Alguns afirmam não ter qualquer preocupação com a higiene dos equipamentos, mesmo conhecendo os riscos de contrair doenças de pele. “Não tenho o costume de limpar nada. Acho tudo isso uma grande frescura”, opina André Caetano, 25, professor de Educação Física.
Entre as mulheres, a realidade é diferente, principalmente para as que realizam atividades aeróbicas. “Saio da aula de ginástica localizada para o salão de musculação. Imagina se eu não limpasse os aparelhos antes e depois de usar! Estaria me expondo a um elevado risco de contaminação”, sabe a estudante Daniela Gomes, 23.
Para a esteticista Estela Rosa, da Clínica Nova Estética, no Largo do Machado, a realidade verificada nas academias retrata a pouca ou nenhuma preocupação dos homens com a saúde da pele. “Estamos diante de uma questão cultural. Na clínica, por exemplo, a cada 10 clientes, apenas um é do sexo masculino, e a procura ocorre sempre em casos extremos”, relata. Nas clínicas de estética, o tratamento mais procurado por homens é o de face, seja para terminar com manchas, cicatrizes ou acne.
Para solucionar esse problemas a Ecolab tem um produto especial, chamado movadol, em uma futura materia falaremos nele.
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